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São Paulo,11/06/2026

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Projeto cria programa Psicólogo na Escola para garantir assistência em escolas públicas

camara.leg.br
Projeto cria programa Psicólogo na Escola para garantir assistência em escolas públicas
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Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Deputada Yandra Moura fala ao microfone. Ela é uma mulher branca, tem cabelo longo, liso e castanho, e veste um blazer escuro

Yandra Moura: "A escola é um espaço privilegiado para a promoção da saúde mental"


O Projeto de Lei 132/26 cria o programa Psicólogo na Escola para assegurar a presença de profissionais de psicologia em escolas públicas da educação básica. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.


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Pelo texto, o programa será implementado de maneira progressiva:



  • em até dois anos, a rede pública deverá contar com ao menos um psicólogo para cada mil estudantes;

  • em cinco anos, a meta passa para um profissional para cada 500 alunos.


A coordenação do programa ficará a cargo do Ministério da Educação, em articulação com o Ministério da Saúde.


Atendimentos previstos

Os psicólogos deverão, entre outras atribuições:



  • promover ações de prevenção de transtornos psíquicos;

  • acolher e escutar estudantes;

  • identificar precocemente casos de sofrimento mental, violência, abuso e negligência;

  • encaminhar situações que exijam atendimento especializado para a rede de saúde.


Bem-estar dos estudantes

Autora do projeto, a deputada Yandra Moura (União-SE) afirma que a proposta busca fortalecer a Lei 13.935/19, que já prevê o atendimento por psicólogos e assistentes sociais nas escolas.


Segundo ela, a medida é um investimento fundamental no bem-estar dos estudantes“A presença de psicólogos nas escolas contribuirá para a redução do bullying, a melhoria do clima escolar, o apoio a estudantes em vulnerabilidade e a prevenção do suicídio”, afirma Yandra.


Orçamento

Os recursos para o programa virão do Orçamento federal e de parcerias público-privadas, convênios e outras modalidades de transferências ou fontes de financiamento.


Próximas etapas

A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; Educação; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.


Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.



 



 

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